Gerenciar as emoções pode ajudar a ter êxito nos processos seletivos

A inteligência emocional é uma competência cada vez mais valorizada pelo mercado de trabalho.

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No processo seletivo é possível identificar o perfil do candidato, através de testes de personalidade, entrevistas por competências ou dinâmicas de grupo, onde o comportamento é altamente observável.

Gerenciar as emoções nesse contexto de alta pressão e estresse é um grande desafio.

E como a inteligência emocional pode nos ajudar?

Daniel Goleman. autor do livro ” Inteligência Emocional” define a Inteligência Emocional como ” A capacidade de criar motivação para si próprio e de persistir num objetivo apesar dos percalços; de controlar impulsos e saber aguardar pela satisfação de seus desejos; de se manter em bom estado de espírito e de impedir que a ansiedade interfira na capacidade de racionar, de ser empático e autoconfiante”.

Na teoria é tudo lindo e fácil, não é mesmo?

Mas como traduzir isso na prática, considerando o que estamos discutindo aqui?

O primeiro passo é a autoconsciência: Desenhe e estude o seu currículo, saiba do que você é verdadeiramente capaz, identifique seus pontos fortes e os principais pontos a desenvolver. Sem medo, sem arrogância, com serenidade e confiança. Acredite, não basta escrevê-lo, será preciso interpretá-lo. Leia seu currículo em voz alta, tantas e quantas vezes forem necessárias para que você se aproprie dele e fale sobre suas experiências profissionais de forma segura e natural.

O segundo passo é a auto regulação: Perceba o seu corpo, sua postura, sua respiração. Prolongue o bem estar de respirar profundamente e controlar os todos os membros (pernas, braços, pés e mãos). Estamos falando aqui de consciência corporal. Use o espelho, ele pode ajudar e muito! Outra ferramenta muito eficaz é a câmera do seu celular – fácil, rápido e sempre à mão. Sua visão de si mesmo se ampliará!

Ao se conhecer melhor, será mais fácil, equilibrar as emoções e conseguir tolerar o estresse do momento. Assim, o comportamento tende a ser mais assertivo e embasado no objetivo final (razão e emoção em perfeita sintonia).

Motivação e empatia também são essenciais neste contexto. A motivação nos ajuda a manter o foco no objetivo. Já a empatia nos ajuda a nos manter cooperando e competindo com adequação.

Mãos à obra!

Vera Castro – Trabalhando para transformar vidas!

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